Campanha de vacinação contra gripe é prorrogada até 30 de junho

No estado de São Paulo, menos de 50% de mães e crianças se vacinaram contra a gripe

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Mão segura seringa; ao fundo, bebê aguarda - imagem ilustra matéria sobre prorrogação da campanha de vacinação contra gripe.
Gestantes, puérperas e crianças fazem parte do grupo que menos recebeu imunização contra a gripe. Foto: Freepik
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Devido à baixa adesão, a Campanha Nacional de Vacinação Contra Gripe, que tinha previsão para terminar na última sexta-feira (5), foi prorrogada até o dia 30 de junho. O prazo para que a população tome a vacina da gripe foi estendido porque a meta de imunizar 90% do público-alvo não foi atingida: somente 63,5% foi vacinado. 

Mães (gestantes e puérperas) e crianças entre 6 meses e 6 anos fazem parte do grupo que menos se vacinou: o da terceira fase da campanha, que também engloba pessoas com deficiência, professores e indivíduos entre 55 e 59 anos. No país todo, apenas 25,7% das pessoas desse grupo foram imunizadas. 

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Dados da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostram que menos da metade das mães e crianças do estado tomaram a vacina. Foram aplicadas doses em 1,3 milhão de crianças (44% do grupo), 186,3 mil gestantes (41%) e 36,2 mil puérperas (48%). Por isso, o órgão faz um alerta e pede para que a população aproveite a prorrogação da Campanha de Vacinação Contra Gripe para ir até o posto de saúde e receber a imunização. 

“A vacinação é fundamental, especialmente neste momento da pandemia de Covid-19, pois ajuda a evitar doenças respiratórias causadas por gripes e resfriados que são mais frequentes nesta época do ano”, aponta Nubia Araújo, diretora de Imunização da Secretaria. 

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É importante lembrar que esta vacina não imuniza contra o novo coronavírus. No entanto, a Campanha de Vacinação Contra Gripe é essencial na diminuição de pessoas com sintomas respiratórios neste período de pandemia. “Além de proteger a população contra a Influenza, precisamos minimizar o impacto sobre os serviços de saúde em meio a pandemia de Covid-19, já que os sintomas destas doenças são semelhantes”, ressalta o Secretário de Estado da Saúde de São Paulo, José Henrique Germann.

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