7 atitudes para não criar um filho homofóbico

Psicóloga Natasha Bazhuni enumera atitudes que os pais devem cultivar para não criar filhos com preconceitos sexuais e que saibam respeitar escolhas

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7 atitudes para evitar que seu filho seja homofóbico; ilustração mostra pessoas diversas em preto e branco e uma bandeira colorida com as cores do arco-íris
Junho é o mês dedicado à diversidade sexual e defesa de direitos LGBTQI+

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Junho é um mês dedicado à diversidade sexual, à luta contra preconceitos e pela garantia de direitos de gays, lésbicas, travestis e transexuais. A Canguru News selecionou um vídeo, feito pela Phitters, a nossa produtora, em que a psicóloga Natasha Bazhuni, especialista em Psicopedagogia e Saúde Mental, mestre e doutora em Psicologia Clínica (USP), aborda a importância de se respeitar escolhas. Ela enfatiza que crianças seguem modelos dos pais e enumera sete atitudes que os pais devem cultivar para não criar um filho homofóbico. Assista ao vídeo e confira a lista elaborada pela psicóloga:

Dicas sobre o que fazer e o que não fazer:

  1. Não seja homofóbico: crianças aprendem muito mais por atitudes dos pais do que por palavras
  2. Trate a homossexualidade com naturalidade: se a criança perguntar sobre o tema, não faça malabarismo e explique que duas pessoas se amam
  3. Evite pessoas do seu ciclo íntimo sejam homofóbicas perto das crianças: explique que você não quer piadinhas e comportamentos desrespeitosos
  4. Não diferencie o que é de menina e de menino: tabelas fixas de gênero, com convenções, reforça a ideia de que o diferente não merece respeito
  5. Valorize atrações que mostrem a diversidade sexual de forma natural: busque desenhos, filmes, livros e compartilhe com a criança
  6. Fique atento à forma como a escola lida com sexualidade: de nada adianta você trabalhar isso na família e a escola ter postura omissa sobre diversidade
  7. Converse se seu filho replicar um comportamento homofóbico: crianças imitam os outros, sem malícia; explique o que está errado, usando linguagem apropriada de acordo com a idade da criança.

Leia também: Como falar sobre questões LGBTI+ com as crianças


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