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\n[mc4wp_form id=\"26137\"]\n","post_title":"Rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e e filho: o relacionamento que marca toda a vida","post_excerpt":"A biom\u00e9dica e colunista Telma Abrah\u00e3o diz que \u00e9 preciso estabelecer um apego seguro com os filhos, de modo a lhes trazer seguran\u00e7a, conforto, calma e prazer","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"relacao-mae-e-filho","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2021-06-22 18:07:00","post_modified_gmt":"2021-06-22 21:07:00","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33528","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":33468,"post_author":"22","post_date":"2021-06-16 15:52:58","post_date_gmt":"2021-06-16 18:52:58","post_content":"\n

J\u00e1 que estamos no m\u00eas do S\u00e3o Jo\u00e3o, que tal preparar uma atividade divertida para as crian\u00e7as entrarem no clima de festa? Al\u00e9m de se entreterem com a montagem desse milho, que \u00e9 feito com pl\u00e1stico bolha e cartolina, a proposta permite trabalhar a coordena\u00e7\u00e3o motora, o foco e a paci\u00eancia da crian\u00e7ada. Al\u00e9m disso, quando prontos, podemos usar esses lindos milhos como decora\u00e7\u00e3o junina da casa, o que acham!? 🌽<\/p>\n\n\n

[envira-gallery id=\"33485\"]<\/p>\n\n\n\n

Primeiro passo: Pintem um peda\u00e7o de pl\u00e1stico bolha com tinta guache amarelo. Nesse momento, vale deixar a crian\u00e7a passar o dedinho na tinta e estourar algumas bolinhas para ela sentir a textura do pl\u00e1stico e da tinta. \u00c9 uma experi\u00eancia sensorial que qualquer um gosta de fazer! <\/p>\n\n\n\n

\"\"<\/figure><\/a><\/div>\n\n\n\n

Segundo passo: Ap\u00f3s a pintura do pl\u00e1stico-bolha, um adulto deve cortar v\u00e1rios peda\u00e7os desse material em formato de milhos, que poder\u00e3o ser usados na decora\u00e7\u00e3o junina da sala, do quarto, do quintal ou qualquer outro ambiente da casa.<\/p>\n\n\n

[envira-gallery id=\"33492\"]<\/p>\n\n\n\n

Terceiro passo: Fa\u00e7am um molde de folha de milho em uma cartolina ou EVA verde. A depender da idade da crian\u00e7a, ela mesma pode recortar essas folhas.<\/p>\n\n\n

[envira-gallery id=\"33494\"]<\/p>\n\n\n\n

Quarto passo: Agora \u00e9 hora de montar o nosso milho! Basta colar, com cola branca, a base verde em cima do pl\u00e1stico bolha. A crian\u00e7ada vai adorar montar e dar uma estouradinha no milho\u2026 S\u00f3 n\u00e3o vale prometer que o milho vai virar pipoca!! 😜🍿 🌽<\/p>\n\n\n\n


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Leia tamb\u00e9m: Festa junina virtual: dicas de brincadeiras para o arraial h\u00edbrido de 2021<\/a><\/p>\n\n\n\n


\n\n\n","post_title":"Decora\u00e7\u00e3o junina: enfeites de milho para fazer com as crian\u00e7as","post_excerpt":"A especialista em brincadeiras recicl\u00e1veis, Laura Ladeira, sugere uma atividade divertida para fazer com as crian\u00e7as neste m\u00eas junino: milhos de pl\u00e1stico-bolha.","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"decoracao-junina-milhos","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2025-11-26 17:23:54","post_modified_gmt":"2025-11-26 20:23:54","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33468","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":33445,"post_author":"4","post_date":"2021-06-16 13:54:18","post_date_gmt":"2021-06-16 16:54:18","post_content":"\n

Diversas pesquisas t\u00eam mostrado que as crian\u00e7as aumentaram o tempo de uso de celular, TV e videogames na pandemia, deixando muitos pais preocupados quanto a o que os filhos est\u00e3o consumindo nesses dispositivos. Para ajud\u00e1-los nesse sentido, o Google Play criou um selo de qualidade que indica os aplicativos aprovados por um time de especialistas acad\u00eamicos e professores de diversos pa\u00edses, incluindo o Brasil, que analisam crit\u00e9rios como adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 idade da crian\u00e7a usu\u00e1ria, qualidade da experi\u00eancia, aprendizado e exposi\u00e7\u00e3o de publicidade. Os conte\u00fados com o selo \"Aprovado por professores\" podem ser encontrados na categoria \"Crian\u00e7as\" na loja de aplicativos.<\/p>\n\n\n\n

At\u00e9 agora, mais de 100 app receberam o \u00edcone de valida\u00e7\u00e3o, entre os quais os brasileiros Bob Zoom<\/a>, Pequerruchos<\/a> e Puzzloo<\/a>. A se\u00e7\u00e3o conta tamb\u00e9m com informa\u00e7\u00f5es explicando os motivos da recomenda\u00e7\u00e3o, mostrando aos pais por que aqueles programas s\u00e3o adequados para as crian\u00e7as. <\/p>\n\n\n\n

\"\"
Reprodu\u00e7\u00e3o de p\u00e1gina onde est\u00e3o os apps avaliados por especialistas<\/figcaption><\/figure><\/a><\/div>\n\n\n\n

\"O an\u00fancio n\u00e3o seria poss\u00edvel sem os professores que, nos \u00faltimos anos, v\u00eam trabalhando em estreita colabora\u00e7\u00e3o conosco para selecionar aplicativos que possam ajudar as crian\u00e7as a se desenvolver, crescer e se divertir. Confiamos nesses profissionais para enriquecer o desenvolvimento de nossos filhos e somos gratos por compartilharem sua experi\u00eancia ao avaliar aplicativos que as crian\u00e7as usam fora do ambiente escolar\", comenta Maia Mau, Head de Marketing do Google Play para a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n\n\n\n

Um estudo rec\u00e9m-divulgado<\/a> pela Datafolha mostrou que oito a cada dez crian\u00e7as e adolescentes, entre 6 e 18 anos de idade, passaram a usar mais dispositivos eletr\u00f4nicos neste per\u00edodo de isolamento social. J\u00e1 a pesquisa Crian\u00e7as e Smartphones no Brasil<\/em><\/a>, indicou que 95% das crian\u00e7as, entre 10 e 12 anos t\u00eam acesso a aparelhos m\u00f3veis, seja pr\u00f3prio ou dos pais. Mais de 90% das fam\u00edlias dizem se preocupar em controlar o que os filhos fazem e acessam nos celulares, segundo a an\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n

Para ter acesso aos aplicativos aprovados, basta acessar o Google Play<\/a> de qualquer smartphone ou tablet Androids. O assinantes do Google Play Pass podem encontrar os apps selecionados na se\u00e7\u00e3o 'Aplicativos e Jogos para Crian\u00e7as'. \u00c9 poss\u00edvel tamb\u00e9m definir regras digitais b\u00e1sicas para os filhos, como limites de tempo de uso, por meio do aplicativo Family Link<\/a>.<\/p>\n\n\n\n


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Leia tamb\u00e9m: Crian\u00e7as e adolescentes no TikTok: especialistas comentam riscos no uso do aplicativo<\/a><\/p>\n\n\n\n


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[mc4wp_form id=\"26137\"]<\/p>\n","post_title":"Aplicativos para crian\u00e7as ganham selo de aprova\u00e7\u00e3o de educadores","post_excerpt":"Google Play lan\u00e7a p\u00e1gina com aplicativos e jogos para crian\u00e7as selecionados por educadores","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"aplicativos-para-criancas-google-play","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2025-11-26 17:23:53","post_modified_gmt":"2025-11-26 20:23:53","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33445","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":33397,"post_author":"6","post_date":"2021-06-15 18:06:52","post_date_gmt":"2021-06-15 21:06:52","post_content":"\n

Junho \u00e9 um m\u00eas dedicado \u00e0 diversidade sexual, \u00e0 luta contra preconceitos e pela garantia de direitos de gays, l\u00e9sbicas, travestis e transexuais. A Canguru News<\/strong> selecionou um v\u00eddeo, feito pela Phitters, a nossa produtora, em que a psic\u00f3loga Natasha Bazhuni, especialista em Psicopedagogia e Sa\u00fade Mental, mestre e doutora em Psicologia Cl\u00ednica (USP), aborda a import\u00e2ncia de se respeitar escolhas. Ela enfatiza que crian\u00e7as seguem modelos dos pais e enumera sete atitudes que os pais devem cultivar para n\u00e3o criar um filho homof\u00f3bico. Assista ao v\u00eddeo e confira a lista elaborada pela psic\u00f3loga:<\/p>\n\n\n\n

\nhttps:\/\/youtu.be\/8cscE0LbbLg\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n

Dicas sobre o que fazer e o que n\u00e3o fazer:<\/h2>\n\n\n\n

  1. N\u00e3o seja homof\u00f3bico: crian\u00e7as aprendem muito mais por atitudes dos pais do que por palavras<\/li>
  2. Trate a homossexualidade com naturalidade: se a crian\u00e7a perguntar sobre o tema, n\u00e3o fa\u00e7a malabarismo e explique que duas pessoas se amam<\/li>
  3. Evite pessoas do seu ciclo \u00edntimo sejam homof\u00f3bicas perto das crian\u00e7as: explique que voc\u00ea n\u00e3o quer piadinhas e comportamentos desrespeitosos<\/li>
  4. N\u00e3o diferencie o que \u00e9 de menina e de menino: tabelas fixas de g\u00eanero, com conven\u00e7\u00f5es, refor\u00e7a a ideia de que o diferente n\u00e3o merece respeito<\/li>
  5. Valorize atra\u00e7\u00f5es que mostrem a diversidade sexual de forma natural: busque desenhos, filmes, livros e compartilhe com a crian\u00e7a<\/li>
  6. Fique atento \u00e0 forma como a escola lida com sexualidade: de nada adianta voc\u00ea trabalhar isso na fam\u00edlia e a escola ter postura omissa sobre diversidade<\/li>
  7. Converse se seu filho replicar um comportamento homof\u00f3bico: crian\u00e7as imitam os outros, sem mal\u00edcia; explique o que est\u00e1 errado, usando linguagem apropriada de acordo com a idade da crian\u00e7a.<\/li><\/ol>\n\n\n\n

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    Leia tamb\u00e9m: Como falar sobre quest\u00f5es LGBTI+ com as crian\u00e7as<\/a><\/p>\n\n\n\n


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    [mc4wp_form id=\"26137\"]<\/p>\n\n\n\n

    <\/p>\n","post_title":"7 atitudes para n\u00e3o criar um filho homof\u00f3bico","post_excerpt":"Psic\u00f3loga Natasha Bazhuni enumera atitudes que os pais devem cultivar para n\u00e3o criar filhos com preconceitos sexuais e que saibam respeitar escolhas ","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"filho-homofobico-como-evitar","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2025-11-26 17:23:51","post_modified_gmt":"2025-11-26 20:23:51","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33397","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":33358,"post_author":"4","post_date":"2021-06-15 16:34:52","post_date_gmt":"2021-06-15 19:34:52","post_content":"\n

    Existem crian\u00e7as que n\u00e3o aceitam ordens, se op\u00f5em a tudo, est\u00e3o sempre desafiando os adultos e n\u00e3o se responsabilizam pelos erros que cometem, nem tampouco t\u00eam medo de serem punidas. Que isso ocorra uma vez ou outra, \u00e9 esperado na inf\u00e2ncia. Mas quando esses comportamentos se tornam frequentes n\u00e3o s\u00f3 em casa, mas tamb\u00e9m na escola e em outros ambientes, \u00e9 bem prov\u00e1vel que a crian\u00e7a tenha o que os m\u00e9dicos chamam de Transtorno Opositor Desafiador (TOD).<\/p>\n\n\n\n

    \u201cO TOD faz parte dos transtornos de comportamento disruptivos da inf\u00e2ncia, que costumam se apresentar nos primeiros oito anos de vida, principalmente na idade escolar, podendo inclusive aparecer ou se intensificar na adolesc\u00eancia\u201d, afirma a m\u00e9dica psiquiatra Priscila Dossi, que tem especializa\u00e7\u00e3o em psiquiatria infantil e adolesc\u00eancia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior do estado de S\u00e3o Paulo, mas que hoje vive em Dourados (MS). Segundo ela, esse transtorno tamb\u00e9m pode provocar sentimentos de vingan\u00e7a, hostilidade, teimosia, insubordina\u00e7\u00e3o e raiva.<\/p>\n\n\n\n

    Priscila ressalta que esse comportamento \u00e9 diferente da famosa birra, muito comum em crian\u00e7as pequenas, que querem chamar a aten\u00e7\u00e3o dos pais por algum motivo e desencadeiam uma crise de choro e raiva. \u201cAs birras come\u00e7am por volta dos dez meses e geralmente acabam antes dos quatro anos de idade. Trata-se de um comportamento normal, n\u00e3o \u00e9 um transtorno, isso faz parte do processo de maturidade da crian\u00e7a, que est\u00e1 aprendendo o que \u00e9 certo e o que \u00e9 errado\u201d, esclarece a psiquiatra.<\/p>\n\n\n\n

    Ela diz que o diagn\u00f3stico do TOD \u00e9 feito por crit\u00e9rios cl\u00ednicos, a partir dos sintomas apresentados, e o tratamento geralmente consiste em sess\u00f5es de psicoterapia individual e com os pais ou familiares. Segunda Priscila, em alguns casos s\u00e3o receitados medicamentos com o acompanhamento de um psiquiatra infantil, conforme a necessidade do caso.<\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Leia tamb\u00e9m: 8 livros para saber mais sobre TDAH e combater o preconceito contra os portadores desse transtorno<\/a><\/p>\n\n\n\n


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    Sentimento de culpa e dificuldade em fazer amizades<\/h2>\n\n\n\n

    Crian\u00e7as com TOD, apesar de conseguirem socializar, t\u00eam dificuldade para fazer amigos e principalmente para manter essas amizades, porque n\u00e3o acatam regras e s\u00e3o mais impulsivas e at\u00e9 maldosas.<\/p>\n\n\n\n

    Devido a esse comportamento desafiador, a crian\u00e7a pode vir a ter muitos conflitos com os outros e consigo mesma. \u201cS\u00e3o crian\u00e7as que t\u00eam uma grande dificuldade de se autorregular e em lidar com a frustra\u00e7\u00e3o e com o \u201cn\u00e3o\u201d, e por conta disso s\u00e3o vistas como desobedientes, mas na verdade \u00e9 um transtorno provocado por v\u00e1rios fatores, que incluem de caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas a ambientais, gerando um sofrimento na crian\u00e7a, ela sente muita culpa pelo que faz\u201d, relata Layza Gentil, psic\u00f3loga cl\u00ednica pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), especialista em terapia cognitivo-comportamental  com crian\u00e7as e adolescentes, do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n

    As quest\u00f5es ambientais est\u00e3o relacionadas ao contexto ao qual a crian\u00e7a est\u00e1 inserida. \u201cPais que s\u00e3o muito inconsistentes entre si, que n\u00e3o t\u00eam atitudes conjuntas em rela\u00e7\u00e3o ao filho \u2013 quando um acaba desautorizando o outro na frente da crian\u00e7a, por exemplo \u2013<\/em> propiciam um ambiente em que a crian\u00e7a se tornar\u00e1 cada vez mais opositora\u201d, enfatiza Priscila. Ela ressalta a import\u00e2ncia dos pais se unirem e terem uma conex\u00e3o de pensamentos e uma organiza\u00e7\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o para que o filho compreenda exatamente o que e como fazer.<\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Leia tamb\u00e9m: Seu filho se \u2018comporta mal\u2019? Ele pode estar querendo lhe dizer algo<\/a><\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Tratamento de TOD envolve fam\u00edlia e mesmo a escola<\/h2>\n\n\n\n

    Layza complementa que o tratamento n\u00e3o se limita \u00e0 crian\u00e7a e deve incluir tamb\u00e9m os pais. \u201cEles devem lembrar que s\u00e3o modelo para a crian\u00e7a. De nada adianta a crian\u00e7a gritar alto e o pai gritar mais alto ainda. \u00c9 importante criar um ambiente acolhedor. A fam\u00edlia precisa entender que ter\u00e1 de dar orienta\u00e7\u00e3o e suporte \u00e0 crian\u00e7a, com regras e limites claros e muita paci\u00eancia para ajud\u00e1-la a lidar com suas dificuldades\u201d, diz a psic\u00f3loga. Igualmente na escola \u00e9 preciso conversar com os professores para explicar sobre o comportamento da crian\u00e7a e orient\u00e1-los para que tamb\u00e9m trabalhem regras e combinados. Para tanto, podem ser deixados na institui\u00e7\u00e3o materiais com instru\u00e7\u00f5es e regras claras para aquela crian\u00e7a com o transtorno, antecipando, por exemplo, sugest\u00f5es de como ela pode se acalmar quando estiver mais nervosa.<\/p>\n\n\n\n

    \u201cA grande quest\u00e3o do TOD \u00e9 a crian\u00e7a se autorregular, ent\u00e3o \u00e9 fundamental que ela entenda o que \u00e9 esperado dela, para que perceba que h\u00e1 regras e combinados a serem cumpridos na casa e na escola\u201d, esclarece Layza. Ela diz que frases como \u201cmuito bem, voc\u00ea conseguiu cumprir o combinado\u201d ou \u201cestou feliz que voc\u00ea conseguiu cumprir o comportamento que \u00e9 esperado de voc\u00ea\u201d ajudam a encorajar a crian\u00e7a para que se esforce em mudar.<\/p>\n\n\n\n

    O tratamento com o apoio de psic\u00f3logo e psiquiatra ajuda a crian\u00e7a a evitar desafios comportamentais na adolesc\u00eancia \u2013 fase na qual h\u00e1 mais chances de se envolver em problemas como o uso de \u00e1lcool e drogas, explicam as especialistas \u2013 e tamb\u00e9m na vida adulta, o que pode trazer preju\u00edzos, inclusive, nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho. <\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Leia tamb\u00e9m: 4 dicas para agir de forma pro ativa e evitar o mau comportamento infantil<\/a><\/p>\n\n\n\n


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    O papel da educa\u00e7\u00e3o parental na cria\u00e7\u00e3o dos filhos<\/h2>\n\n\n\n

    educa\u00e7\u00e3o parental<\/a> \u00e9 uma pr\u00e1tica exercida por profissionais certificados que buscam apoiar m\u00e3es, pais e respons\u00e1veis na cria\u00e7\u00e3o dos filhos para que estes possam se desenvolver de maneira saud\u00e1vel. Diferentes abordagens \u2012 dentre as quais, a disciplina positiva, a parentalidade consciente, a comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o violenta e a neuroci\u00eancia \u2012 s\u00e3o utilizadas pelos educadores parentais durante os atendimentos com as fam\u00edlias para ajud\u00e1-las a criar v\u00ednculos positivos com as crian\u00e7as, com suporte e est\u00edmulos adequados que promovam o desenvolvimento f\u00edsico, cognitivo, social e emocional dos pequenos. <\/p>\n\n\n\n

    Profissionais de diferentes \u00e1reas atuam na educa\u00e7\u00e3o parental, entre eles, psic\u00f3logos, pedagogos, psiquiatras, professores, terapeutas ocupacionais e pediatras, entre outros. Por\u00e9m, al\u00e9m da forma\u00e7\u00e3o de origem, a maioria deles faz cursos espec\u00edficos voltados a esse campo de atua\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n

    O Clube Canguru<\/a><\/strong> \u00e9 a maior comunidade de educa\u00e7\u00e3o parental do Brasil. Trata-se de um espa\u00e7o de troca e aprendizado, composto por profissionais que t\u00eam acesso a workshops, cursos, masterclasses e f\u00f3runs de debate, entre outros eventos. Saiba mais aqui<\/a> sobre essa iniciativa da Canguru News<\/strong>.<\/p>\n","post_title":"Crian\u00e7a que n\u00e3o aceita regras e se op\u00f5e a tudo? Pode ser o Transtorno Opositor Desafiador (TOD)","post_excerpt":"Especialistas explicam o que caracteriza esse transtorno e orientam pais a procurar ajuda m\u00e9dica caso o comportamento desafiador do filho seja frequente e se estenda a v\u00e1rios ambientes, como a casa e a escola","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"tod-transtorno-opositor-desafiador","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2025-11-26 17:23:50","post_modified_gmt":"2025-11-26 20:23:50","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33358","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"4","filter":"raw"},{"ID":33376,"post_author":"4","post_date":"2021-06-15 15:45:42","post_date_gmt":"2021-06-15 18:45:42","post_content":"\n

    Come\u00e7ou nesta segunda-feira (14) a 10a<\/sup> edi\u00e7\u00e3o do Circuito de Cinema Infantil, sediado em Florian\u00f3polis (SC), mas que pelo segundo ano consecutivo, devido \u00e0 pandemia, ser\u00e1 realizado de forma online e gratuita. O evento prev\u00ea a exibi\u00e7\u00e3o de filmes, conversas e oficinas, e tem como objetivo apoiar profissionais da educa\u00e7\u00e3o por meio de forma\u00e7\u00e3o e do fortalecimento do audiovisual como recurso educativo. <\/p>\n\n\n\n

    Temas como a import\u00e2ncia da pluralidade e da representatividade das diferentes inf\u00e2ncias brasileiras nas telas ser\u00e3o o alvo dos debates, que ter\u00e3o como convidados a soci\u00f3loga Helena Singer, de S\u00e3o Paulo; o escritor e l\u00edder ind\u00edgena Andr\u00e9 Baniwa, da Amaz\u00f4nia; a professora e antrop\u00f3loga Jozileia Kaingang, de Joinville; e a documentarista Renata Meirelles, diretora do document\u00e1rio Territ\u00f3rio do Brincar<\/a>.<\/em> O encerramento dos debates ser\u00e1 sobre s\u00e9ries de anima\u00e7\u00e3o para todas as inf\u00e2ncias e ter\u00e1 a participa\u00e7\u00e3o da diretora do festival de anima\u00e7\u00e3o \"Anima Mundi\" e da s\u00e9rie Mulheres Fant\u00e1sticas<\/em>, A\u00edda Queiroz. Veja aqui a programa\u00e7\u00e3o das conversas<\/a>, que ser\u00e3o transmitidas ao vivo pelo canal no YouTube da Mostra <\/a>e ficar\u00e3o dispon\u00edveis para quem quiser assistir depois. <\/p>\n\n\n\n

    \"Este ano, trouxemos temas mais abrangentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e \u00e0 sociedade brasileira. Como est\u00e1 a educa\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as nesse contexto de pandemia? Como est\u00e1 a sociedade brasileira neste momento? Quais imagens estamos mostrando para as crian\u00e7as? Elas refletem a sociedade? Num momento t\u00e3o complexo, vemos a for\u00e7a e movimenta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra, dos povos origin\u00e1rios, das mulheres.E a Mostra sempre teve o cuidado de ser um espelho da sociedade. Precisamos dar visibilidade a tudo isso. O Circuito vem para olhar e discutir isso\", reflete Luiza Lins, diretora do evento. <\/p>\n\n\n\n

    \"\"<\/figure>\n\n\n\n

    Colet\u00e2nea de curtas-metragens <\/h2>\n\n\n\n

    O Circuito de Cinema Infantil tamb\u00e9m prev\u00ea a exibi\u00e7\u00e3o de curtas-metragens, a partir do dia 14 de junho, no YouTube da Mostra<\/a> e se junta \u00e0s dezenas de outras obras dispon\u00edveis no canal. S\u00e3o cinco t\u00edtulos legendados e acess\u00edveis em LIBRAS e audiodescri\u00e7\u00e3o que fazem parte do acervo da Mostra: As aventuras de Pety<\/em>, de Anah\u00ed Borges (SP, anima\u00e7\u00e3o, 2019, 14 min); Dono de Casa<\/em>, de Anderson Lima (MG, fic\u00e7\u00e3o, 2018, 8 min); L\u00e9 com Cr\u00e9,<\/em> de Cassandra Reis (SP, anima\u00e7\u00e3o, 2018, 5min); O Menino Le\u00e3o e a Menina Coruja, <\/em>de Renan Montenegro ( DF, fic\u00e7\u00e3o, 2017, 16 min); e Dela, <\/em>de Bernard Attal (BA, fic\u00e7\u00e3o, 2018,8min). <\/p>\n\n\n\n

    Encerramento ter\u00e1 a exibi\u00e7\u00e3o do longa Liyana<\/em><\/h2>\n\n\n\n

    O longa-metragem Liyana <\/em>(Suazil\u00e2ndia, Qatar, EUA - 2017) encerra o Circuito de Cinema Infantil. A obra premiada dos diretores Aaron e Amanda Kopp ser\u00e1 exibida no dia 19 de junho, \u00e0s 10h da manh\u00e3, e ficar\u00e1 dispon\u00edvel para o p\u00fablico por uma semana no canal no YouTube da Mostra de Cinema Infantil, evento maior dos mesmo organizadores que ocorre em outubro.<\/p>\n\n\n\n

    Liyana<\/em> conta a hist\u00f3ria de cinco crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s. Guiadas pela lend\u00e1ria contadora de hist\u00f3rias sul-africana Gcina Mhlophe, elas convertem lembran\u00e7as sombrias em uma narrativa de transforma\u00e7\u00e3o. Um filme desafiador de g\u00eanero que tece a jornada de um her\u00f3i animado com cenas documentais po\u00e9ticas para criar um conto inspirador de perseveran\u00e7a. O filme foi exibido no Brasil pela primeira vez no ano passado, durante a 19\u00aa Mostra de Cinema Infantil. <\/p>\n\n\n\n

    Servi\u00e7o:<\/strong> 
    Circuito de Cinema Infantil 
    De 14 a 19 de junho 
    100% on-line e gratuito 
    Evento emite certificado mediante 10 horas de participa\u00e7\u00e3o nas oficinas e conversas 
    Transmiss\u00e3o ao vivo pelo 
    YouTube <\/a>da Mostra de Cinema Infantil <\/p>\n\n\n\n


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    Leia tamb\u00e9m: Maratona do cinema em casa: 8 lan\u00e7amentos do streaming mais badalados<\/a><\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n

    [mc4wp_form id=\"26137\"]<\/p>\n","post_title":"Circuito de Cinema Infantil prev\u00ea oficinas e debates para profissionais de educa\u00e7\u00e3o","post_excerpt":"Evento voltado para profissionais e interessados em educa\u00e7\u00e3o e cinema ser\u00e1 realizado de 14 a 19 de junho com transmiss\u00e3o ao vivo pelo YouTube. Programa\u00e7\u00e3o \u00e9 gratuita e acess\u00edvel em LIBRAS","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"circuito-cinema-infantil-decima-edicao","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2025-11-26 17:23:49","post_modified_gmt":"2025-11-26 20:23:49","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=33376","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"image\/jpeg","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":33364,"post_author":"21","post_date":"2021-06-15 11:40:52","post_date_gmt":"2021-06-15 14:40:52","post_content":"\n

    Em fevereiro desse ano, meu filho estava feliz e ansioso para conhecer sua nova escola e ir \u00e0s aulas. Achava que usar m\u00e1scaras e seguir protocolos seria um pequeno pre\u00e7o a ser pago para fazer novos amigos. Mas a escola que voltou n\u00e3o era a mais a mesma. As brincadeiras barulhentas do intervalo deram lugar a um controle r\u00edgido de distanciamento, pontuado pelo desconforto respirat\u00f3rio das m\u00e1scaras. As crian\u00e7as aguentam tudo com uma resili\u00eancia de envergonhar alguns adultos, mas est\u00e3o cansadas.<\/p>\n\n\n\n

    Algumas m\u00e3es da escola relataram que seus filhos agora preferem ficar em casa e brincar com os amigos nos videogames. A tecnologia do entretenimento que est\u00e1vamos tanto criticando acabou virando o o\u00e1sis de vida de muitas crian\u00e7as. Muitas adaptaram-se \u00e0s aulas on-line e preferem nem sequer voltar para a escola presencial. Meu filho chegou a dizer que gostaria de ir na escola duas vezes por semana, somente para ver professoras e amigos. Ainda n\u00e3o consegui decidir se isso \u00e9 bom ou ruim. Sou defensora da tecnologia, mas acho que a forma com que ela foi usada na escola ainda est\u00e1 longe de ser a ideal. A sombra da doen\u00e7a, da morte de familiares, do medo de ser culpado por ter infectado sua pr\u00f3pria fam\u00edlia assombra esses pequenos cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n

    Durante uma das conversas no grupo de pais, uma m\u00e3e desabafou dizendo que sua filha de dez anos tinha ficado desesperada ao ter sintomas de gripe. Come\u00e7ou a chorar e a pensar que poderia ter passado isso aos pais e que, por causa dela, eles poderiam morrer.\u00a0 Meu filho tem agido de forma similar. Quer ficar o tempo todo perto de mim, chora antes de dormir dizendo que n\u00e3o saberia o que fazer se perdesse a mim ou o pai. As conversas entre as crian\u00e7as na escola agora abordam o tema luto, morte e medo. Os relatos do meu filho, das m\u00e3es e de outras crian\u00e7as remetem ao que mencionei no in\u00edcio dessa pandemia. Precisamos de uma escola com mais afetividade e menos conte\u00fado, mais amor e menos cobran\u00e7a, mais di\u00e1logo e menos obedi\u00eancia<\/a>.<\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Leia tamb\u00e9m: Os sentimentos das crian\u00e7as na pandemia \u2013 por elas mesmas<\/a><\/p>\n\n\n\n


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    Sigo acreditando no que o romeno Basarab Nicolescu <\/a><\/strong>recomenda enquanto atitude transdisciplinar no mundo. Para o astrof\u00edsico e fil\u00f3sofo \u00e9 preciso manter sempre em mente que existem diversos n\u00edveis de Realidade e que cada pessoa percebe essa Realidade de uma forma diferente. Saber transitar entre tantas formas de ser e ver o mundo deveria ser o objetivo principal da Educa\u00e7\u00e3o, seja ela voltada para crian\u00e7as ou adultos.<\/p>\n\n\n\n

    O elo mais fr\u00e1gil dessa corrente continua sendo as nossas crian\u00e7as. S\u00e3o seres em fase de desenvolvimento e depende de n\u00f3s adultos ajud\u00e1-los a fortalecerem suas emo\u00e7\u00f5es e mentes. <\/p>\n\n\n\n

    Ouvir as crian\u00e7as agora \u00e9 essencial. Acolha a dor do seu filho ou da sua filha. Se preciso for, pare tudo, d\u00ea um abra\u00e7o e diga que tudo vai ficar bem, vai passar. Tire tempo de qualidade, cultive a poesia da vida, seja com um bolinho de chuva ou bom filme.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

    Tenho consci\u00eancia da necessidade de acolher e ter empatia com professoras(res), gestoras(res) e donas(os) de escola. Tamb\u00e9m sei do massacre que as mulheres, em especial no Brasil, est\u00e3o sofrendo por conta da sobrecarga dom\u00e9stica causada pela pandemia. A pergunta que nunca deveria ter sido silenciada: quem cuida das cuidadoras? Falo cuidadoras de prop\u00f3sito. No Brasil, salvo exce\u00e7\u00f5es, os cuidados di\u00e1rios com a casa e as crian\u00e7as \u2013 que pouparam e poupam tantas vidas nessa Pandemia- est\u00e3o sob as costas das mulheres que ainda precisam ser efetivas no trabalho e no casamento. O pior, ainda tem gente romantizando essa viol\u00eancia e chamando as m\u00e3es, filhas e irm\u00e3s exaustas de hero\u00ednas.<\/strong> As redes sociais contribuem de forma massacrante para silenciar nosso cansa\u00e7o na forma de fotos e homenagens, feitas para embelezar o indescrit\u00edvel. Mais uma vez a tecnologia usada para consolidar velhas ideias. A Revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica sem inova\u00e7\u00e3o humana somente cristaliza velhas formas de ver o mundo...\u00a0<\/p>\n\n\n\n

    N\u00e3o precisamos ser hero\u00ednas. Ao contr\u00e1rio, temos que ser mais humanas(os) do que nunca. <\/p><\/blockquote>\n\n\n\n

    Precisamos resgatar a afetividade que, para Nicolescu, repousa sobre o princ\u00edpio feminino do universo. Feminizar a sociedade, tornando-a mais cuidadosa e protetora \u00e9 essencial para que saiamos mais fortes e s\u00e1bias dessa crise. Ao dizer isso defendo a valoriza\u00e7\u00e3o da economia do cuidado, do trabalho dom\u00e9stico e das tarefas relativas \u00e0 garantia do bem-estar das crian\u00e7as, dos idosos e das pessoas com necessidades especiais. Uma crise desse tamanho deveria levar a humanidade a uma reflex\u00e3o profunda sob o que realmente importa: como equilibrar a efetividade<\/strong>, necess\u00e1ria \u00e0 sobreviv\u00eancia, e a afetividade<\/strong>, essencial para a continuidade da vida. Sinto falta desse espa\u00e7o de di\u00e1logo nas escolas bem com na sociedade em geral.<\/strong> Sinto falta de ser ouvida e n\u00e3o somente cobrada. Se eu, com 44 anos de vida, sinto falta de empatia e escuta, imagine meu filho de 10 anos ou minha sobrinha de 6. Imagine seu filho ou sua filha. Precisamos ouvir as crian\u00e7as.  <\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n\n

    Leia tamb\u00e9m: Voc\u00ea realmente escuta o que seu filho diz?<\/a><\/p>\n\n\n\n


    \n\n\n

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