Como seu filho pode perder peso sem sofrimento

Obesidade infantil na faixa abaixo de 9 anos é a que mais cresce; número de crianças obesas praticamente dobrou com a falta de exercício, alimentos ultraprocessados e restrições da pandemia

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Daniel dos Santos Magalhães, de 9 anos, começou a fazer acompanhamento nutricional em fevereiro deste ano. A iniciativa foi dos pais, que notaram o aumento de peso, mas foi dele também. “Notamos que nos últimos dois anos ele começou a ganhar peso, ficar gordinho, e isso nos preocupou. Mas ele também ficou incomodado, porque gosta de futebol e começou a notar dificuldades para correr. Aí resolvemos procurar ajuda para este acompanhamento”, conta a mãe, Elaine.

O processo tem sido bem difícil, principalmente a introdução de alguns alimentos, segundo a mãe. “Brócolis, por exemplo, dá até arrepio nele, não come de jeito nenhum”, conta Elaine. “Outra questão difícil é a do doce e principalmente do chocolate, que foi bem reduzido. A nossa preocupação é que tanto eu quanto o pai dele, a vida toda, tivemos problemas com sobrepeso. Por isso achamos melhor já procurar ajuda agora, quando ele ainda é uma criança”, conta.

“Tem coisas que ele já adotou como hábito; por exemplo, ele costumava tomar suco entre as refeições, mas já aboliu, substituindo por suco de fruta natural ou suco sem açúcar. Também passou a fazer um prato menor. Eu também comecei a fazer refeições mais saudáveis e procurar alimentos com menos sódio, por exemplo, e olhar os rótulos com mais atenção”, conta Elaine. “Mas é difícil, para uma criança que gosta de comer, passar por esse processo.”

Nesses três meses de acompanhamento – que ainda prossegue – e apenas com esses ajustes, Daniel já perdeu dois quilos. A meta é perder três este ano, e conseguir manter. “É bastante, para uma criança. Mas ele comenta que a disposição para o futebol já melhorou também”, diz a mãe.

“Já troquei o suco pela água. Estou me acostumando com os legumes”, conta Daniel

Já Beatriz Pontes pratica balé e natação para manter uma vida saudável, faz burpees (exercício aeróbico com saltos) e agachamentos sob supervisão de uma professora de Educação Física e tem muita consciência alimentar. Ela ama chocolate e come doces, mas sabe que não pode abusar: “Não posso comer muito, porque faz mal”, diz. Detalhe: Beatriz só tem 4 anos.

Filha de pais muito ativos e defensores de uma vida saudável, Beatriz gosta de fazer atividade física e até diz à mãe, Raphaela: “Mãe, vamos brincar de cross (fit)?” “É uma bandeira que eu super defendo. Minha filha só foi comer açúcar depois dos dois anos, e nós tentamos levar uma vida saudável, isso está na família”, diz Raphaela. “Tentamos incutir isso nela para que, quando crescer, ela não tenha problemas. Buscamos atividades que ela goste, se divirta, acho isso importante”. A família toda participa desse esforço fitness: comer doce, chocolate, pizza, só no fim de semana, e de forma moderada, em apenas uma das refeições. “A Bia faz natação desde os 8 meses de idade, e eu digo que ela faz exercício desde que estava na minha barriga, porque mesmo grávida eu continuei a me exercitar”.

As estatísticas comprovam que as crianças hoje precisam lutar contra o excesso de peso. Alimentos gordurosos e ultraprocessados, aliados às consequências da pandemia – falta de exercício e isolamento social – têm aumentado assustadoramente os índices de obesidade infantil. Antes do início da pandemia, em 2019, Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) divulgou que 1 em cada 3 crianças brasileiras está acima do peso. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que, em 2025, o planeta poderá ter cerca de 75 milhões de crianças obesas. Dados do IBGE e Ministério da Saúde mostram que em 1989, entre os meninos de 5 a 9 anos, a taxa de obesidade era de 15%. Em 2009, esse número mais que dobrou: foi para 34,8%. Entre as meninas o quadro também é preocupante: em 1989, a taxa de obesidade entre meninas de 4 a 9 anos era de 11,9%/ em 2009, subiu para 32%.

Segundo a médica Maria Edna de Melo, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), normalmente as pesquisas avaliam crianças a partir dos 5 anos de idade, mas também há obesidade em crianças menores. “E atente que a pesquisa mostra que a faixa etária abaixo de 9 anos é a que apresenta a maior aceleração de crescimento nos números de obesidade”, ressalta.

De acordo com ela, há uma tendência para subestimar o excesso de peso nessa faixa etária. “Ainda há aquele antigo conceito de que criança gordinha é bonitinha e até saudável, o que acaba estimulando esse perfil”, diz. “Nós somos biologicamente suscetíveis à obesidade. Hoje temos um ambiente obesogênico (que contribui no ganho de peso sem que o indivíduo tenha consciência de que está engordando), caracterizado pela disponibilidade de alimentos de baixo custo, ultraprocessados, de fácil preparo, hiperpalatáveis – e tudo isso faz com que não só as crianças, mas a família inteira, coma e engorde mais. A pandemia só veio piorar as coisas”, diz a médica.

Para Mônica Moretzsohn, membro do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), é importante desmistificar a criança “fofinha”, “que ainda vai crescer”, e com isso não dar a devida importância à obesidade. “Pais e responsáveis precisam saber que obesidade é uma doença. Hoje a gente vive uma epidemia de obesidade muito grave, que não víamos há 20 anos: crianças com 7 anos com pressão alta, com gordura no fígado, diabéticas. Estudos já mostram que esta geração atual vai viver menos que seus pais, por conta da obesidade, que está associada a outras doenças graves. Mudar hábitos não é fácil, mas se os pais não aderirem, o tratamento é fadado ao fracasso.”

Está faltando atividade física

Professora de Beatriz e seus pais, Aline Oliveira diz que tem percebido o aumento no número de crianças obesas. Graduada em Educação Física, com especialização em Pilates e Treinamento Funcional, Aline atua com crianças e adolescentes e diz que as atividades físicas estão cada vez menos presentes no cotidiano das crianças, levando a sobrepeso e obesidade infantil. “Devemos levar uma consciência corporal para a vida toda. O conselho que dou, mesmo em tempos difíceis como esses, é que devemos nos manter em constante movimento, incluindo o básico, como agachar, empurrar, levantar … uma simples caminhada está excelente para manter o corpo funcionando, além da nossa sanidade mental”, destaca.

A receita de atividade ‘familiar’, onde pais e filhos se unem para se mexer, é o caminho certo, segundo Fabio Ceschini, profissional de Educação Física e especialista em fisiologia do exercício, além de mestre em Saúde Pública da USP e doutor em Educação Física. Ele dá sugestões de exercícios (veja abaixo) para serem feitos com pais e filhos, em casa ou no espaço que estiver disponível, no condomínio ou no quintal.  “Em casa ou na escola, eles precisam se movimentar. A falta de exercício regular reflete em ganho de peso, fator fortemente associado ao desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes e hipertensão arterial, mesmo em idades precoces”, alerta.

Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que, para a promoção da saúde de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos, são necessários ao menos 60 minutos de atividade física por dia, em intensidade moderada a vigorosa. E a maioria das famílias está bem longe disso.

Um estudo brasileiro publicado recentemente na Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde (Sleep, sedentary behavior and physical activity: changes on children’s routine during the COVID-19), que mensurou o impacto no comportamento de crianças de 5 a 10 anos de idade, antes e durante um período da pandemia, indica uma redução de 54% na prática diária de atividade física e crescimento de 10% no tempo de sono.

Ceschini é o fundador da plataforma de ensino “Viajando pela Fisiologia”, que capacita profissionais de saúde e educação física na prescrição de treinos, sobretudo para pacientes com doenças crônicas. Segundo ele, se pais e mães já têm a percepção de que os filhos estão com sobrepeso ou obesidade, a primeira coisa a fazer é diminuir o tempo que as crianças ficam sentadas. “Tempo sentado no computador, tempo sentado no videogame, tempo sentado com o celular… a dica é trocar parte desse tempo sentado por atividades que envolvam maior gasto calórico – correr, brincar, pular. Se o condomínio tiver quadra, por exemplo, os pais podem brincar com as crianças lá, tomando todos os cuidados”.

E Ceschini dá ainda outra: não adianta se exercitar muito um dia ou dois e passar o resto da semana parado. “Importante é fazer um pouco de atividade física todos os dias”.

Mas se a criança tem obesidade, o que fazer?  

A médica Maria Edna de Melo orienta que, para diagnosticar sobrepeso e obesidade, não basta só a balança, o ‘palpite’ do pai e da mãe e o Índice de Massa Corpórea  (IMC). “Existem curvas (gráficos) de acordo com sexo e idade, e aí será possível saber em que faixa de estado nutricional essa criança está. Essa curva está no cartão de vacinação do SUS, mas os pediatras também podem fazer o monitoramento nas consultas de rotina”, explica.

Mas se for mesmo obesidade, o que fazer? A primeira coisa a se fazer é manter a calma, diz a médica. “O mais importante é observar a disponibilidade de alimentos em casa, porque o que estiver presente é o que vai ser consumido”, destaca. “Se tivermos um bolo de chocolate bem brilhante, bem saboroso, e uma maçã, o que vai ser consumido? Claro que é o bolo de chocolate! As crianças não têm discernimento para escolher o melhor – elas tendem, é claro, a fazer o que é mais legal.”

Segundo ela, os pais devem arrumar a despensa, a geladeira, mas não é para deixar nada escondido. “Simplesmente não comprem. Deixem sempre verduras, frutas e legumes disponíveis, e tenham isso como base de todas as refeições”, afirma. “E não adianta se estressar; a gente tem que resolver isso no supermercado, na hora que vai comprar o alimento”, ensina Edna de Melo.

Especialistas recomendam os melhores tratamentos

Em um ponto os especialistas ouvidos pela Canguru News concordam totalmente: se for constatado que a criança está com sobrepeso ou obesa, não é só ela que deve ser avaliada e receber orientação sobre reeducação alimentar: é a família toda. Para a Mônica Moretzsohn, da Sociedade Brasileira de Pediatria, a recomendação é que a família – e não só a criança – faça pequenas mudanças gradativas de hábitos alimentares e de vida, que incluem prática de atividade física, sono de qualidade e menor tempo de tela – celular, televisão, computador. “É todo um contexto que irá propiciar bons resultados”, diz.

Regime e dieta também não são indicados para crianças. “Não recomendamos regime. Isso para a criança não é bom, porque tem um significado de ‘tratamento’ com início e fim. Na verdade, o que a gente orienta é mudança de estilo de vida, com uma alimentação mais saudável para toda a família”, diz Mônica Moretzsohn. Isso é muito individualizado: cada família tem uma particularidade e uma condição financeira diferente, e a criança pode ter uma comorbidade, por exemplo. “Portanto, é necessária uma avaliação individualizada”, ressalta a médica da SBP.

O que comer nas refeições?

É importante é que a criança faça pelo menos três principais refeições por dia – café da manhã, almoço e jantar, diz a Dra. Mônica. “Muitas crianças pulam o café da manhã, por exemplo, ou porque não gostam, ou porque acordam muito tarde…  pular uma refeição significa deixar de receber nutrientes importantes”, diz. A médica explica que, ao atender as famílias, é entregue a elas um material impresso mostrando como deve ser composta uma refeição, para que possa ser entendida a proporção de alimentos em um prato saudável.

As mudanças não devem ser bruscas, segundo Mônica Moretzsohn. “Não precisa tirar totalmente o que a criança gosta; chocolate, por exemplo, pode ser reduzido; ou ao invés de uma pizza industrializada e congelada, uma pizza feita em casa.”

Para a médica endocrinologista Ludmilla Rachid, toda criança que está com sobrepeso ou obesa precisa fazer uma avaliação completa, incluindo a rotina alimentar e de sono, atividade física – e não só ela: a família toda. “Nós sempre priorizamos a mudança do estilo de vida e a reeducação alimentar, ao invés de uma dieta, que é algo restritivo. As crianças em fase de crescimento não podem fazer dietas restritivas, porque isso pode prejudicar o desenvolvimento psicomotor”, explica.

E como fazer reeducação alimentar com os filhos? Primeiro é preciso lembrar que a criança é o espelho dos pais, diz Ludmilla Rachid. “Como está essa família? Como são as refeições? A que horas todos comem? É um trabalho em equipe, em conjunto”, diz. “Uma sugestão é colocar cada uma das refeições no mesmo horário, criar uma rotina. Outra recomendação é preparar refeições mais coloridas, mais variadas, e todos compartilharem os mesmos alimentos: não adianta o irmão mais magro comer uma coisa e o que está acima do peso comer algo diferente”.

Fernanda Rabelo, nutricionista do Sabará Hospital Infantil (SP), concorda. “A causa deste excesso de peso é multifatorial, e por este motivo a criança deve ser tratada por uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, nutricionistas e psicólogos, entre outros profissionais. Devemos partir de uma abordagem de avaliação de hábitos alimentares, dinâmica familiar e traçar um plano alimentar que inicialmente deve favorecer mudanças de hábitos alimentares de maneira gradual, sem comprometer ou privar nutrientes essenciais ao desenvolvimento das crianças”, explica.

Para Fernanda, a criança não deve ser submetida a “regime”. “A palavra ‘regime’ remete a privações, o que não deve ser proposto como solução à população infantil. O grande desafio é construir bons hábitos alimentares que devem permear a vida da família. Outras questões devem ser abordadas, para proporcionar um aumento no gasto energético, como por exemplo a atividade física”.

Por esse motivo, as trocas na alimentação devem ser feitas aos poucos, segundo a médica Ludmilla Rachid. “Por exemplo, ao invés de comer um bolinho industrializado, a sugestão é fazer um bolo caseiro, com farinha integral, e com a participação da criança, para tornar o momento mais divertido. Quando a criança tem um prato colorido, bem montado, ela fica mais interessada pelo alimento”, explica. “A reeducação alimentar é para o resto da vida. A gente deve criar um momento confortável, e não deve ter pressa, porque é uma criança que está crescendo, está se desenvolvimento, e o que nós queremos é uma criança saudável.”

As médicas Ludmilla e Mônica também apontam como ideal comer a cada 3 horas. “Nessa pandemia, tem muita criança comendo de hora em hora, por estar o tempo todo em casa. Eu sugiro às mães a tática do despertador no celular: a gente só vai comer quando tocar o despertador! Antes disso não é fome, é vontade de comer. Vamos beber bastante água, vamos fazer outras atividades. Em tempos de pandemia, a gente precisa de rotina na alimentação, e tirar os ‘beliscos’ que fazem engordar”, diz Ludmilla Rachid.

Outra recomendação é tirar os alimentos ultraprocessados, os famosos “pacotinhos”. “No almoço e no jantar, o mais importante é não repetir o prato, e não comer até ficar muito cheio, também priorizando os alimentos naturais”, diz. Ela utiliza nas consultas um material de orientação sobre como montar o prato (em anexo). “A gente não vai restringir nada, mas a criança precisa comer bem, e a perda de peso vem como consequência”, resume a Dra. Ludmilla.

Sugestão de cardápio para crianças com obesidade ou que estão acima do peso

Por Ludmilla Rachid

Café da manhã

Leite desnatado (achocolatado não!)

Pão com queijo branco

Frutas

Lanche (da manhã e da tarde)

Iogurte e uma fruta

Bolo caseiro

Almoço e jantar

50% do prato composto por salada ou legumes

25% carboidratos (arroz, batata, nhoque etc.)

25% proteína (vegetal ou animal: grão de bico, lentilha, feijão, peixe, frango, ovo, carne vermelha)

O consumo de suco de frutas deve ser moderado e sem açúcar, não devendo ultrapassar:

• 100 mL/dia para crianças de 1 a 2 anos;
• 150 mL/dia para crianças de 2 a 6 anos;
• 240 mL/dia para maiores de 6 anos.

E o que mais ajuda a criança a emagrecer?

A Dra. Ludmilla também destaca a importância do sono e do exercício. “Trocar o dia pela noite, com noites maldormidas, geram mais fome, isso é comprovado cientificamente”, explica. Já o exercício é fundamental. “Vale dar uma volta na quadra, no quarteirão, organizar o quarto, ajudar na hora de lavar a louça, estender uma roupa no varal … o corpo precisa de movimento. Para quem mora em prédio, subir escadas ajuda muito. O que a gente mais vê nessa pandemia são as crianças no sofá. E a família pode ser envolvida nessas atividades”. E a dra. Ludmilla recomenda: o ideal é uma hora de atividade física intensa por dia, todos os dias.

Segundo a Dra. Monica, para crianças pequenas a recomendação são atividades lúdicas, com a participação dos pais. “A atividade física indicada é aquela que a criança gosta de fazer, e são fundamentais para a perda de peso e para a saúde”.

Exercício é uma estratégia coadjuvante, segundo Fernanda, nutricionista do Sabará Hospital Infantil (SP). “Reforçamos a importância do acompanhamento multiprofissional nesta etapa, visto que os profissionais tem a expertise necessária para avaliar e propor alterações individualizadas e necessárias a cada fase”.

Dicas para manter as crianças em movimento

Por Fabio Ceschini

Em casa:

  • Circuito: se não tem escola, quintal ou parque, que tal fazer um
circuito dentro de casa? Pular corda e amarelinha ou mesmo brincadeiras
e dinâmicas simples são eficazes para estimular o movimento.

  • Adaptando horários: se as crianças estão em casa de novo, devido à pandemia, organize a agenda para realizar algumas atividades com eles, de preferência antes do expediente ou na hora do almoço. Alongamento na varanda e caminhadas no pátio do condomínio, se permitidas, são algumas das opções.

  Na escola:

  • Controle da exaustão: os exercícios com máscara exigem mais do
corpo, pois as atividades por si só já promovem o aumento da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos. Fora de casa ou na escola, responsáveis e professores de Educação Física devem ficar atentos a qualquer sinal atípico de cansaço. Em caso positivo, interromper a atividade e dar tempo necessário para a recuperação. Depois, retomar com frequência e intensidade menor.

  • Máscaras extras: com o suor, a máscara provavelmente ficará úmida ou molhada, sendo necessária a troca antes das duas horas recomendadas. Para quem vai para a escola, nos dias de Educação Física, sempre colocar duas máscaras extras na mochila da criança, e dar preferência às de algodão, que permitem a entrada de ar e a absorção da umidade.


Leia também: Vídeo: o que fazer para que as crianças se alimentem bem


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Renata Corte
Jornalista formada pela Cásper Líbero (SP) e pós-graduada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Já atuou em redações de rádio e jornal diário, na assessoria de imprensa do setor público, no Governo do Estado de São Paulo, e grandes empresas como o grupo CCR. Não tem filhos por conta própria mas tem uma enteada linda.

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