\n[mc4wp_form id=\"26137\"]\n","post_title":"Volta \u00e0s aulas: hora de se exercitar!","post_excerpt":"A educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica \u00e9 ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem, al\u00e9m de ser importante para a sa\u00fade f\u00edsica e mental das crian\u00e7as","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"educacao-fisica-volta-as-aulas","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2021-08-16 15:37:45","post_modified_gmt":"2021-08-16 18:37:45","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=36786","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"}],"next":false,"prev":true,"total_page":97},"paged":1,"column_class":"jeg_col_2o3","class":"epic_block_3"};
Muitos pais costumam perguntar qual esporte ou atividade contribui para que a crian\u00e7a tenha maior ou menor estatura<\/strong>. O professor explica, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre esses dois aspectos. S\u00e3o os fatores gen\u00e9ticos os que mais influenciam na altura da crian\u00e7a. Independentemente disso, se exercitar \u00e9 sempre uma boa ideia. \u201cEstudos mostram que crian\u00e7as e jovens que praticam atividades f\u00edsicas costumam manter essa pr\u00e1tica saud\u00e1vel ao longo da vida, o que \u00e9 muito importante.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Brincar, correr, pular e movimentar o corpo faz parte do dia a dia das crian\u00e7as. Essa \u00e9 a maneira natural atrav\u00e9s da qual elas interagem com os outros, com elas mesmas e com o ambiente. Eduardo de Camargo explica que a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica nas escolas hoje est\u00e1 inserida em uma perspectiva de cultura corporal, onde \u00e9 preciso observar o entorno e tudo aquilo que esse componente curricular prop\u00f5e, de acordo com suas unidades tem\u00e1ticas: dan\u00e7a, luta, jogos, brincadeiras, pr\u00e1ticas corporais de aventura e as gin\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
\u201cTanto no ambiente h\u00edbrido quanto no remoto, o desenvolvimento corporal sempre far\u00e1 parte da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u201d, explica Eduardo Britto de Camargo, coordenador de esportes e professor de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do Col\u00e9gio Rio Branco, da Unidade Granja Vianna. \u201cMesmo tendo uma parte das crian\u00e7as na escola e a outra em casa, conseguimos pensar em atividades criativas e atrativas, e temos conseguido bons resultados nesse sentido.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Brincar, correr, pular e movimentar o corpo faz parte do dia a dia das crian\u00e7as. Essa \u00e9 a maneira natural atrav\u00e9s da qual elas interagem com os outros, com elas mesmas e com o ambiente. Eduardo de Camargo explica que a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica nas escolas hoje est\u00e1 inserida em uma perspectiva de cultura corporal, onde \u00e9 preciso observar o entorno e tudo aquilo que esse componente curricular prop\u00f5e, de acordo com suas unidades tem\u00e1ticas: dan\u00e7a, luta, jogos, brincadeiras, pr\u00e1ticas corporais de aventura e as gin\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Com o in\u00edcio do segundo semestre letivo e a volta \u00e0s aulas, \u00e9 hora de valorizar a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A disciplina \u00e9 uma importante ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem, al\u00e9m de contribuir para a sa\u00fade f\u00edsica e mental das crian\u00e7as. Poder correr, gastar energia e \u201csacudir o esqueleto\u201d depois de tanto tempo parados \u00e9 estimulante para os alunos. Recreativa, a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica tamb\u00e9m \u00e9 uma \u00f3tima forma de promover a reintegra\u00e7\u00e3o das turmas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cTanto no ambiente h\u00edbrido quanto no remoto, o desenvolvimento corporal sempre far\u00e1 parte da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u201d, explica Eduardo Britto de Camargo, coordenador de esportes e professor de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do Col\u00e9gio Rio Branco, da Unidade Granja Vianna. \u201cMesmo tendo uma parte das crian\u00e7as na escola e a outra em casa, conseguimos pensar em atividades criativas e atrativas, e temos conseguido bons resultados nesse sentido.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Brincar, correr, pular e movimentar o corpo faz parte do dia a dia das crian\u00e7as. Essa \u00e9 a maneira natural atrav\u00e9s da qual elas interagem com os outros, com elas mesmas e com o ambiente. Eduardo de Camargo explica que a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica nas escolas hoje est\u00e1 inserida em uma perspectiva de cultura corporal, onde \u00e9 preciso observar o entorno e tudo aquilo que esse componente curricular prop\u00f5e, de acordo com suas unidades tem\u00e1ticas: dan\u00e7a, luta, jogos, brincadeiras, pr\u00e1ticas corporais de aventura e as gin\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
\n[mc4wp_form id=\"26137\"]\n","post_title":"7 dicas para cuidar da sa\u00fade mental do seu filho","post_excerpt":"Com a retomada da rotina escolar, espera-se haver uma melhora na sa\u00fade mental das crian\u00e7as, mas o momento ainda exige aten\u00e7\u00e3o dos pais","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"saude-mental-dicas-especialista","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2021-09-29 15:23:34","post_modified_gmt":"2021-09-29 18:23:34","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=37043","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":36786,"post_author":"6","post_date":"2021-08-05 12:36:30","post_date_gmt":"2021-08-05 15:36:30","post_content":"\n
Com o in\u00edcio do segundo semestre letivo e a volta \u00e0s aulas, \u00e9 hora de valorizar a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A disciplina \u00e9 uma importante ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem, al\u00e9m de contribuir para a sa\u00fade f\u00edsica e mental das crian\u00e7as. Poder correr, gastar energia e \u201csacudir o esqueleto\u201d depois de tanto tempo parados \u00e9 estimulante para os alunos. Recreativa, a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica tamb\u00e9m \u00e9 uma \u00f3tima forma de promover a reintegra\u00e7\u00e3o das turmas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cTanto no ambiente h\u00edbrido quanto no remoto, o desenvolvimento corporal sempre far\u00e1 parte da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u201d, explica Eduardo Britto de Camargo, coordenador de esportes e professor de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do Col\u00e9gio Rio Branco, da Unidade Granja Vianna. \u201cMesmo tendo uma parte das crian\u00e7as na escola e a outra em casa, conseguimos pensar em atividades criativas e atrativas, e temos conseguido bons resultados nesse sentido.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Brincar, correr, pular e movimentar o corpo faz parte do dia a dia das crian\u00e7as. Essa \u00e9 a maneira natural atrav\u00e9s da qual elas interagem com os outros, com elas mesmas e com o ambiente. Eduardo de Camargo explica que a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica nas escolas hoje est\u00e1 inserida em uma perspectiva de cultura corporal, onde \u00e9 preciso observar o entorno e tudo aquilo que esse componente curricular prop\u00f5e, de acordo com suas unidades tem\u00e1ticas: dan\u00e7a, luta, jogos, brincadeiras, pr\u00e1ticas corporais de aventura e as gin\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
\n[mc4wp_form id=\"26137\"]\n","post_title":"7 dicas para cuidar da sa\u00fade mental do seu filho","post_excerpt":"Com a retomada da rotina escolar, espera-se haver uma melhora na sa\u00fade mental das crian\u00e7as, mas o momento ainda exige aten\u00e7\u00e3o dos pais","post_status":"publish","comment_status":"open","ping_status":"closed","post_password":"","post_name":"saude-mental-dicas-especialista","to_ping":"","pinged":"","post_modified":"2021-09-29 15:23:34","post_modified_gmt":"2021-09-29 18:23:34","post_content_filtered":"","post_parent":0,"guid":"https:\/\/cangurunews.com.br\/?p=37043","menu_order":0,"post_type":"post","post_mime_type":"","comment_count":"0","filter":"raw"},{"ID":36786,"post_author":"6","post_date":"2021-08-05 12:36:30","post_date_gmt":"2021-08-05 15:36:30","post_content":"\n
Com o in\u00edcio do segundo semestre letivo e a volta \u00e0s aulas, \u00e9 hora de valorizar a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A disciplina \u00e9 uma importante ferramenta de apoio ao processo de aprendizagem, al\u00e9m de contribuir para a sa\u00fade f\u00edsica e mental das crian\u00e7as. Poder correr, gastar energia e \u201csacudir o esqueleto\u201d depois de tanto tempo parados \u00e9 estimulante para os alunos. Recreativa, a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica tamb\u00e9m \u00e9 uma \u00f3tima forma de promover a reintegra\u00e7\u00e3o das turmas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cTanto no ambiente h\u00edbrido quanto no remoto, o desenvolvimento corporal sempre far\u00e1 parte da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u201d, explica Eduardo Britto de Camargo, coordenador de esportes e professor de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica do Col\u00e9gio Rio Branco, da Unidade Granja Vianna. \u201cMesmo tendo uma parte das crian\u00e7as na escola e a outra em casa, conseguimos pensar em atividades criativas e atrativas, e temos conseguido bons resultados nesse sentido.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Brincar, correr, pular e movimentar o corpo faz parte do dia a dia das crian\u00e7as. Essa \u00e9 a maneira natural atrav\u00e9s da qual elas interagem com os outros, com elas mesmas e com o ambiente. Eduardo de Camargo explica que a educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica nas escolas hoje est\u00e1 inserida em uma perspectiva de cultura corporal, onde \u00e9 preciso observar o entorno e tudo aquilo que esse componente curricular prop\u00f5e, de acordo com suas unidades tem\u00e1ticas: dan\u00e7a, luta, jogos, brincadeiras, pr\u00e1ticas corporais de aventura e as gin\u00e1sticas.<\/p>\n\n\n\n
\u201cCom base nessas \u00e1reas \u00e9 feito um mapeamento das crian\u00e7as sobre o entendimento que elas t\u00eam sobre essas atividades, e a partir da\u00ed aprofundamos o conhecimento e o desenvolvimento das tem\u00e1ticas nas aulas\u201d, afirma o professor do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n
Para al\u00e9m das brincadeiras, realizar atividade f\u00edsica regular durante a inf\u00e2ncia \u00e9 fundamental para o desenvolvimento integral da crian\u00e7a, nos aspectos motor, cognitivo e socioafetivo. As experi\u00eancias que os pequenos t\u00eam nesse per\u00edodo impactam no seu desenvolvimento neuronal e motor, atuando positivamente na melhora da aptid\u00e3o f\u00edsica e favorecendo aspectos como resist\u00eancia cardiorrespirat\u00f3ria e flexibilidade.<\/p>\n\n\n\n
Benef\u00edcios durante o crescimento<\/h2>\n\n\n\n
Durante o per\u00edodo do chamado estir\u00e3o do crescimento, o indiv\u00edduo pode ganhar at\u00e9 20% da estatura final, de acordo com a individualidade de cada um. \u201cNormalmente, as meninas se desenvolvem primeiro do que os meninos e nessa fase, o crescimento acontece sempre das extremidades para o centro, ou seja, crescem primeiro as m\u00e3os, os p\u00e9s, os bra\u00e7os, as pernas e depois o tronco, o que causa um desequil\u00edbrio corporal muito intenso nas crian\u00e7as\u201d, explica Eduardo. \u201c\u00c9 aquela fase em que geralmente derrubam tudo, o suco na mesa, chutam a quina da cama o tempo todo.\u201d<\/p>\n\n\n\n
A tend\u00eancia \u00e9 achar que a crian\u00e7a \u00e9 desengon\u00e7ada ou atrapalhada, mas a realidade \u00e9 que o seu corpo est\u00e1 desequilibrado. E a atividade f\u00edsica ajuda no trabalho de coordena\u00e7\u00e3o motora, fazendo com que esse desequil\u00edbrio seja amenizado. Ajuda, inclusive, na melhora da autoestima, uma vez que uma crian\u00e7a ou um jovem coordenado, com maior habilidade para desenvolver suas tarefas, ser\u00e1 mais confiante.<\/p>\n\n\n\n
Muitos pais costumam perguntar qual esporte ou atividade contribui para que a crian\u00e7a tenha maior ou menor estatura<\/strong>. O professor explica, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre esses dois aspectos. S\u00e3o os fatores gen\u00e9ticos os que mais influenciam na altura da crian\u00e7a. Independentemente disso, se exercitar \u00e9 sempre uma boa ideia. \u201cEstudos mostram que crian\u00e7as e jovens que praticam atividades f\u00edsicas costumam manter essa pr\u00e1tica saud\u00e1vel ao longo da vida, o que \u00e9 muito importante.\u201d<\/p>\n\n\n\n
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Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Ajude a crian\u00e7a a se conectar com atividades diferentes, estimulando-a a fazer algo a que n\u00e3o est\u00e1 acostumada, como mexer com plantas ou ajudar na cozinha. Isso gera no c\u00e9rebro uma recompensa diferente, deixando-a mais animada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Promova t\u00e9cnicas meditativas ou atividades de religiosidade e espiritualidade que ajudam a colocar a crian\u00e7a no \u201caqui e agora\u201d. Isso faz com que a crian\u00e7a reduza a pr\u00e1tica de suposi\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es n\u00e3o fundamentadas e diminui a ansiedade. Neste momento, pensar demais no futuro pode deixar os pequenos angustiados.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Ajude a crian\u00e7a a se conectar com atividades diferentes, estimulando-a a fazer algo a que n\u00e3o est\u00e1 acostumada, como mexer com plantas ou ajudar na cozinha. Isso gera no c\u00e9rebro uma recompensa diferente, deixando-a mais animada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Programe sa\u00eddas para ir ao parque ou mesmo ao supermercado com seu filho, para que ele se sinta mais tranquilo a sair de casa.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Promova t\u00e9cnicas meditativas ou atividades de religiosidade e espiritualidade que ajudam a colocar a crian\u00e7a no \u201caqui e agora\u201d. Isso faz com que a crian\u00e7a reduza a pr\u00e1tica de suposi\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es n\u00e3o fundamentadas e diminui a ansiedade. Neste momento, pensar demais no futuro pode deixar os pequenos angustiados.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Ajude a crian\u00e7a a se conectar com atividades diferentes, estimulando-a a fazer algo a que n\u00e3o est\u00e1 acostumada, como mexer com plantas ou ajudar na cozinha. Isso gera no c\u00e9rebro uma recompensa diferente, deixando-a mais animada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Leve um amigo para brincar com o seu filho em casa, algu\u00e9m com quem sua fam\u00edlia tenha mantido contato durante a pandemia e se sinta segura para realizar o convite.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Programe sa\u00eddas para ir ao parque ou mesmo ao supermercado com seu filho, para que ele se sinta mais tranquilo a sair de casa.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Promova t\u00e9cnicas meditativas ou atividades de religiosidade e espiritualidade que ajudam a colocar a crian\u00e7a no \u201caqui e agora\u201d. Isso faz com que a crian\u00e7a reduza a pr\u00e1tica de suposi\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es n\u00e3o fundamentadas e diminui a ansiedade. Neste momento, pensar demais no futuro pode deixar os pequenos angustiados.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Ajude a crian\u00e7a a se conectar com atividades diferentes, estimulando-a a fazer algo a que n\u00e3o est\u00e1 acostumada, como mexer com plantas ou ajudar na cozinha. Isso gera no c\u00e9rebro uma recompensa diferente, deixando-a mais animada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n
Converse com seu filho sobre aquilo que o amedronta e procure entender seus medos para tranquiliz\u00e1-lo.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Leve um amigo para brincar com o seu filho em casa, algu\u00e9m com quem sua fam\u00edlia tenha mantido contato durante a pandemia e se sinta segura para realizar o convite.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Programe sa\u00eddas para ir ao parque ou mesmo ao supermercado com seu filho, para que ele se sinta mais tranquilo a sair de casa.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Promova t\u00e9cnicas meditativas ou atividades de religiosidade e espiritualidade que ajudam a colocar a crian\u00e7a no \u201caqui e agora\u201d. Isso faz com que a crian\u00e7a reduza a pr\u00e1tica de suposi\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es n\u00e3o fundamentadas e diminui a ansiedade. Neste momento, pensar demais no futuro pode deixar os pequenos angustiados.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
Ajude a crian\u00e7a a se conectar com atividades diferentes, estimulando-a a fazer algo a que n\u00e3o est\u00e1 acostumada, como mexer com plantas ou ajudar na cozinha. Isso gera no c\u00e9rebro uma recompensa diferente, deixando-a mais animada.<\/li><\/ul>\n\n\n\n
A experi\u00eancia do Col\u00e9gio Rio Branco<\/strong><\/h2>\n\n\n\n
Preocupado com os impactos emocionais da pandemia em seus alunos, o Col\u00e9gio Rio Branco procurou, desde o in\u00edcio da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria, dar aten\u00e7\u00e3o especial ao trabalho de acolhimento, com foco nos aspectos mentais e socioemocionais de alunos e professores. O psiquiatra Gustavo Mechereffe Estanislau foi um dos especialistas convidados pela escola para orientar pais e educadores sobre como cuidar da sa\u00fade mental dos pequenos.<\/p>\n\n\n\n
Seguindo protocolos nacionais e internacionais, o col\u00e9gio reviu suas estruturas, procedimentos e rotinas pedag\u00f3gicas sem perder sua identidade e excel\u00eancia. \u201cTransformamos nossa escola naquilo que ela pode e deve ser \u2013 um ambiente seguro, acolhedor e muito feliz\u201d, conta Esther Carvalho, diretora-geral do Col\u00e9gio Rio Branco.<\/p>\n\n\n\n
A diretora explica que o planejamento das aulas considerou a escolha de cada fam\u00edlia, possibilitando o acolhimento tanto daquelas que optaram pela volta ao ensino presencial quanto das que preferiram seguir no ensino remoto. \u201cNa educa\u00e7\u00e3o infantil, o tempo todo nos desafiamos a encontrar os momentos certos de intera\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos com as professoras, os pares e coleguinhas\u201d, relata. \u201cCriamos situa\u00e7\u00f5es que pudessem explorar a conex\u00e3o e a afetividade entre todos.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Com os mais velhos, do 6o<\/sup> ano do ensino fundamental ao 3o<\/sup> ano do ensino m\u00e9dio, o princ\u00edpio foi o mesmo. \u201cProcuramos criar aulas em que houvesse maior engajamento dos alunos\u201d, conta Esther. Uma grande rede de apoio foi criada para fortalecer crian\u00e7as e jovens nesse momento t\u00e3o dif\u00edcil. \u201cA ideia da intera\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nos possibilita estarmos atentos para acolher as necessidades das crian\u00e7as, inclusive, emocionais.\u201d<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n