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Cyberbullying no Brasil \u00e9 mais comum no WhatsApp e Facebook<\/h2>\n\n\n\n
Entre as principais plataformas de m\u00eddia social, \u00e9 no Facebook e no WhatsApp que crian\u00e7as e adolescentes brasileiros sofrem cyberbullying com maior frequ\u00eancia, segundo mostra relat\u00f3rio global. Um total de 46% das crian\u00e7as e adolescentes de 10 a 18 anos disseram sofrer diferentes formas de discrimina\u00e7\u00e3o no Facebook, e 45%, no WhatsApp. Mas a lista tamb\u00e9m inclui o Instagram (33%), Facebook Messenger (18%) e Tik Tok (17%). Entre a faixa et\u00e1ria espec\u00edfica de meninas e meninos brasileiros de 10 a 14 anos, o WhatsApp lidera o ranking de cyberbullying no pa\u00eds. A plataforma tamb\u00e9m \u00e9 a \u00fanica em que os n\u00fameros do Brasil ultrapassam os da m\u00e9dia geral de todos os pa\u00edses participantes do estudo, conforme dados abaixo. <\/p>\n\n\n\n
Taxas de cyberbullying nas quatro principais m\u00eddias sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n\n- WhatsApp - 45% no Brasil, 38% no mundo<\/li>\n\n\n\n
- Facebook \u2013 46% no Brasil, 49% no mundo.<\/li>\n\n\n\n
- Instagram \u2013 33% no Brasil, 36% no mundo<\/li>\n\n\n\n
- Facebook Messenger \u2013 18% no Brasil, 28% no mundo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n
\u201cO Brasil se destaca mundialmente como o pa\u00eds de maior uso do Whatsapp, portanto \u00e9 esperado que a plataforma mais popular de comunica\u00e7\u00e3o se torne tamb\u00e9m popular em ataques e atos criminosos. Acreditamos que a faixa et\u00e1ria mais afetada seja a de crian\u00e7as que entram na tecnologia, via uso do Whatsapp, muitas vezes por incentivo dos pais, que fazem uso da ferramenta para monitorarem e se comunicarem com seus filhos\u201d, afirma Xavier.<\/p>\n\n\n\n
Dados do estudo tamb\u00e9m mostraram que 92% das crian\u00e7as e adolescentes brasileiros entrevistados est\u00e3o presentes no WhatsApp, assim como no Youtube (80%), Instagram (79%), Tik Tok (77%) e Facebook (71%). No geral, a maioria passa mais de tr\u00eas horas por dia nessas plataformas. <\/strong><\/p>\n\n\n\nA porta-voz do estudo diz que embora o Facebook seja visto hoje como uma plataforma utilizada principalmente por adultos, \u00e9 comum os pais criarem contas nessa rede social para os pr\u00f3prios filhos, pensando que, ao estar mais pr\u00f3ximos, poder\u00e3o monitorar e controlar melhor as atividades online das crian\u00e7as. <\/p>\n\n\n\n
Segundo Xavier, tanto o WhatsApp quanto o Messenger do Facebook \u201cd\u00e3o margem para mensagens privadas, o que facilita o envio de memes, xingamentos, em grupos ou individualmente\u201d, visto que os agressores se sentem mais \u00e0 vontade nessas m\u00eddias. <\/p>\n\n\n\n
O que os pais podem fazer para evitar o cyberbullying<\/h2>\n\n\n\n
Para Xavier, os pais precisam se informar sobre os tipos de bullying existentes para que possam falar com propriedade sobre o assunto e deixar clara a mensagem de que fazer uma piada \u00e0s custas de outra pessoa ou xingar virtualmente s\u00e3o tipos de bullying. \u201c\u00c9 importante ressaltar que 1\/3 das crian\u00e7as esperam que seus pais a protejam contra cyberbullying, portanto conhecer do tema \u00e9 essencial\u201d, diz ela. <\/p>\n\n\n\n
Criar um ambiente de di\u00e1logo onde as crian\u00e7as se sintam \u00e0 vontade para falar sobre as situa\u00e7\u00f5es que enfrentam e participam nos seus meios sociais tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio, de acordo com a especialista. <\/p>\n\n\n\n
Pais tamb\u00e9m t\u00eam de ficar atentos n\u00e3o somente aos filhos serem v\u00edtimas, mas quando s\u00e3o os agentes de ataque. \u201cConseguir identificar essas atitudes hostis, mesmo que justific\u00e1veis na mentalidade do jovem, \u00e9 indispens\u00e1vel para gerar consci\u00eancia dos atos ofensivos a tempo de evitar danos insuper\u00e1veis\u201d, conclui ela.<\/p>\n\n\n\n
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Durante a inf\u00e2ncia, as crian\u00e7as constroem suas concep\u00e7\u00f5es sobre o mundo que as cerca e aprendem sobre o seu funcionamento. Nesse processo, mesmo que n\u00e3o pare\u00e7a, elas est\u00e3o atentas aos acontecimentos e a tudo que escutam e observam.\u00a0Isso vale para os mais diversos temas, inclusive os que n\u00e3o s\u00e3o considerados \u201cassunto de crian\u00e7a\u201d. \u00c9 o caso da pol\u00edtica, para muitos, considerada um tema que n\u00e3o se discute. Mas falar sobre esses assuntos \u00e9 uma forma de ajudar os pequenos a entender o mundo, elaborar suas pr\u00f3prias opini\u00f5es e aprender a ouvir e respeitar diferentes pontos de vista.<\/p>\n\n\n\n
\u201cParticipar da vida p\u00fablica \u00e9 um direito de todo cidad\u00e3o, e incluir as crian\u00e7as nesse processo \u00e9 ajud\u00e1-las a desenvolver seu senso de vida em sociedade e de democracia\u201d, explica Andreia Aparecida de Castro, diretora do Marista Escola Social Irm\u00e3o Louren\u00e7o. Para a educadora, a conversa tem que surgir de forma natural, a partir das d\u00favidas da crian\u00e7a, por exemplo. \u201cA partir dos cinco anos de idade, as habilidades lingu\u00edsticas est\u00e3o mais desenvolvidas e elas come\u00e7am a ter o pensamento abstrato, que \u00e9 a capacidade de compreender conceitos que n\u00e3o podem ser vistos ou tocados. \u00c9 quando mais questionamentos come\u00e7am a surgir\u201d, pontua. <\/p>\n\n\n\n
Abaixo, veja algumas sugest\u00f5es de como agir na hora de responder a questionamentos sobre pol\u00edtica e ajudar os pequenos a compreenderem como ela est\u00e1 presente no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n