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Tempo frio: 7 dicas para proteger as crianças
Tosse, coriza, espirros e até febre são queixas comuns nesta época do ano, o outono, em que o tempo muda, a temperatura cai e os prontos-socorros pediátricos voltam a encher.
A combinação de clima seco, ambientes fechados e circulação de vírus e bactérias favorece a disseminação de doenças respiratórias. Entre os principais “vilões” dessa temporada estão o rinovírus, o vírus da gripe (influenza), o adenovírus e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.
Segundo Cid Pinheiro, coordenador da pediatria do Hospital São Luiz Morumbi, da Rede D’Or, “essas infecções costumam se intensificar de março a agosto, por causa da sazonalidade dos agentes infecciosos e dos hábitos da população, como aglomeração em locais fechados e pouca ventilação”.
Para ajudar as famílias a atravessar esse período com mais saúde e menos preocupações, o especialista destaca sete dicas essenciais de prevenção:
1. Ventile os ambientes: evite manter janelas e portas fechadas por muito tempo. O ar parado facilita a transmissão de vírus e bactérias.
2. Lave bem as mãos: a higiene das mãos continua sendo uma das formas mais simples e eficazes de evitar doenças.
3. Cubra nariz e boca ao tossir ou espirrar: use lenços descartáveis ou o antebraço. E ensine as crianças a fazer o mesmo.
4. Evite locais cheios e fechados: ambientes com aglomeração aumentam o risco de contaminação, principalmente para os pequenos.
5. Fique atento à hidratação: beber bastante água ajuda a manter as vias respiratórias hidratadas e mais protegidas.
6. Use máscara se estiver com sintomas: mesmo com a redução da obrigatoriedade, a máscara ainda é uma aliada em tempos de infecções respiratórias.
7. Vacinas em dia: mantenha a carteirinha de vacinação das crianças atualizada — ela é uma das formas mais seguras de prevenção.
Atenção aos sinais de alerta
Em bebês e crianças pequenas, respiração acelerada, uso excessivo da musculatura do tórax e febre persistente são sinais de que algo mais sério pode estar acontecendo. “Nesses casos, o ideal é procurar atendimento médico”, orienta o coordenador da pediatria.
Canguru News
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