Artigos
Sem muros
Por Luciana Ackermann

Refugiados e Imigrantes da Venezuela, da República Democrática do Congo, do Haiti, da Nigéria, da Síria e de Cuba dão aulas de idiomas como uma forma de geração de emprego e renda. Eles fazem parte do projeto Abraço Cultural criado em 2015, presente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Com material didático e método de ensino próprios, o grupo oferece aulas regulares de francês, inglês, espanhol e árabe. Além dos idiomas, o Abraço Cultural propicia a troca de experiências culturais com os professores de diferentes origens, que trazem histórias da terra deles, músicas, filmes, culinária, arte, história, política e festas típicas. O Abraço Cultural foi organizado pela plataforma Atados – Juntando Gente Boa e conta com uma equipe de voluntários de áreas multidisciplinares: pedagogos, administradores e comunicadores, entre outros profissionais. www.abracocultural.com.br. Há diferentes apoiadores como Consulado da França, em São Paulo, e Cáritas, no Rio. Na capital fluminense, também há professores da Gâmbia e do Marrocos.
Canguru News
Desenvolvendo os pais, fortalecemos os filhos.
VER PERFILAviso de conteúdo
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita. O site não se responsabiliza pelas opiniões dos autores deste coletivo.
Veja Também
A segunda gravidez transforma o cérebro materno de uma forma única, mostra estudo
Uma nova pesquisa aponta que a segunda gestação altera o cérebro feminino de forma específica, para ajudar a preparar a...
Madrugadas solitárias? Como a Caru tem sido uma companhia na amamentação
De playlists a guia de respiração, até pequenos rituais para acalmar, passando por responder dúvidas práticas de forma confiável e...
A idade certa para o seu filho começar no esporte, de acordo com a ciência
Em um cenário de esportes infantis cada vez mais competitivos e caros, muitos pais se perguntam quando é a hora...
Comportamentos que parecem estranhos, mas são totalmente normais para crianças
Ter amigos imaginários, morder colegas, falar sozinho ou demonstrar ciúme intenso pode assustar os adultos, mas, na maioria das vezes,...












