Artigos
Salários de professores está abaixo do piso nas cidades mineiras
Da Redação
Informações levantadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCEMG) mostram que, dos 853 municípios de Minas Gerais, 582 não demonstraram cumprir o pagamento do piso nacional dos professores da educação pública.
O levantamento das cidades que pagam abaixo do mínimo nacional foi realizado com base em dados declarados pelas próprias prefeituras, na apuração do IEGM, referentes à realidade de 2016, quando o piso era de R$ 2.135,64 para uma jornada de 40 horas por semana. Entre os 582, há 94 municípios que informaram o valor de zero reais. Outros oito, relataram valores ínfimos, como por exemplo pouco mais de um real pagos aos docentes.
A lista será usada pelo Tribunal para planejar as ações de fiscalização. As prefeituras são monitoradas pelo TCE quanto ao cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE), além dos planos municipais. Entre outros temas, esses planos estipulam metas para a valorização do magistério. Minas gerais ainda não tem um plano estadual de educação.
Canguru News
Desenvolvendo os pais, fortalecemos os filhos.
VER PERFILAviso de conteúdo
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita. O site não se responsabiliza pelas opiniões dos autores deste coletivo.
Veja Também
Lavar o cabelo todo dia faz mal? O que é mito e o que é verdade
Frequência ideal depende do tipo de cabelo e muitos dos “conselhos” populares sobre xampu não têm base científica
5 números difíceis de engolir (mas que quem é pai e mãe de menina precisa conhecer)
Os dados incomodam e até assustam, é verdade. Mas é preciso olhar para eles para entender o que as meninas...
Manchas, estrias, acne… Sua pele está assim na gravidez?
Alterações comuns durante a gestação refletem adaptações hormonais naturais do corpo, mas exigem cuidado e acompanhamento para evitar desconfortos e...
Seu filho consome muitos ultraprocessados? Isso pode interferir não só na saúde, mas no comportamento dele
Pesquisa recente liga o consumo de ultraprocessados na infância a mudanças comportamentais anos depois












