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Os medos de cada um
O fantasma do medo assola todas as pessoas. O ser humano possui muitos e diferentes medos, de acordo com múltiplos fatores, é bem verdade, mas presentes em todos os extratos da sociedade.
Aos mais pobres e mortais, os medos são mais familiares e, ao mesmo tempo, mais concretos. Em primeira linha está o medo de perder o posto de trabalho, associado à demora para encontrar outro. Atrás dele, porém, desfilam uma série de medos que representam seus imediatos dependentes: atraso nas contas de aluguel, água, luz, gás; acúmulo das taxas do IPTU, IPVA, IR, cartão de crédito; falta de dinheiro para o transporte, o material escolar, a roupa, o mínimo lazer e até para “o pão nosso de cada dia”.
Aos mais ricos, que investem na bolsa, possuem bens e imóveis, prevalece o medo diante do humor sempre instável e imprevisível do mercado. Medo de perder a influência política, o prestígio e os privilégios, a fama, a riqueza, a renda, a herança, enfim, de perder a posição social.
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Espremida entre os mais abastados e os menos favorecidos, a classe média é aquela que, por natureza, morre de vontade de subir e, simultaneamente, morre de medo de cair.
Outros medos ocultos e invisíveis povoam o coração, a mente e a alma do ser humano! Medo da exposição, medo de ser você, medo de não ser aceito, de não ser amado. Medo da solidão e da multidão; medo da dor e da doença, da velhice, do fantasma da morte; medo do amanhã, do erro quanto à escolha nas relações pessoais, familiares e comunitárias, bem como quanto à opção profissional; medo da sensação de vazio, de falta de sentido e de inutilidade da própria existência.
Todo ser humano tem seus medos.
Talvez nossos medos cresçam porque nos falte um dos ingredientes que, desde os primórdios da história da humanidade, contribuíram decisivamente para o crescimento desta civilização. Refiro-me à crença na Boa Nova do Evangelho.
Volte seus olhos para Deus. Você vai ver que estando com Ele, nossos medos se transformam em esperanças.
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Priscila Pereira Boy
Pedagoga, escritora e palestrante. Educadora parental. Diretora da Priscila Boy Consultoria e do movimento @familias-conectadas.
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