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Lista de material escolar: 3 estratégias para reduzir os gastos
Com a virada do ano, chegam alguns gastos adicionais, como o IPVA e o IPTU, impostos relacionados ao carro e à propriedades particulares. Para aqueles que têm filhos na escola, a surpresa é ainda maior. As escolas publicam as listas de material escolar. E em muitos casos, o valor a ser gasto será maior que o valor de uma mensalidade. É preciso então ter algumas estratégias para que a compra do material escolar não se transforme em uma dor de cabeça.
Quando minha filha Duda estava na escola infantil, não havia saída. A escola não tinha uma lista de material escolar e sim uma taxa semestral de material. E o valor era bem significativo. Não era possível uma criança gastar tanto material. Em um dos semestres, disse que preferia comprar o material ao invés de pagar a taxa. É um direito dos pais. A lista entregue era interminável. E obviamente, o valor orçado na papelaria acabou ficando maior do que a taxa cobrada. Mas isso não diminuiu a minha insatisfação.
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Ao entrar no ensino fundamental, Duda passou a ter uma listra publicada pela escola. A partir disso, desenvolvemos algumas estratégias para diminuir o impacto dos gastos.
A primeira delas é fazer uma boa revisão do material do ano anterior e verificar o que poderá ser reutilizado. O material escolar não necessariamente precisa ser novo, mas estar em boas condições para ser usado. Muita coisa de uso diário não precisa ser comprada. Neste ano em especial, essa é uma verdade ainda maior. Em virtude das aulas remotas em 2020, muitos materiais nem chegaram a ser tocados.
A segunda estratégia é fazer uma boa pesquisa de preços. É há uma grande diferença entre os valores encontrados no mercado. A pesquisa serve inclusive para se obter descontos na papelaria escolhida. Além da pesquisa de preços, é importante verificar as condições de pagamento. Descontos oferecidos, por exemplo, nos pagamentos à vista podem ser bem significativos.
A terceira estratégia é fugir de itens que podem significar preço mais alto, como os cadernos de personagens ou temas da moda. A diferença de preço em relação a um caderno simples é imensa. Chegam a custar de duas a três vezes mais. Imaginem o que isso representa na compra de 10 cadernos. Para diminuir a possível insatisfação dos filhos, sugiro um combinado. A criança pode escolher um caderno da sua preferência. Os outros serão mais simples. É o combinado que temos com a Duda.
O valor economizado nos ajuda em uma tradição de início do ano. Comprar material escolar para ser doado. Assim podemos ajudar algumas pessoas!
E você, tem mais alguma estratégia para evitar que a lista de material escolar se transforme em uma dor de cabeça?
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Carlos Eduardo Costa
Carlos Eduardo Freitas Costa é pai de Maria Eduarda e do João Pedro. Tem formação em ciências econômicas pela UFMG, especialização em marketing e em finanças empresariais e mestrado em administração. É autor de diversos livros sobre educação financeira para adultos e crianças, entre os quais: 'No trabalho do papai' e 'No supermercado', além da coleção 'Meu Dinheirinho'. Saiba mais em @meu.dinheiro
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